Passeio Ribeirão da Ilha

Passeio Ribeirão da Ilha

As turmas dos Terceiros Anos A, B e C da Unidade Pedra Branca realizaram uma saída de estudos inesquecível!
Eles foram até o bairro Ribeirão da Ilha, localizado no sul da ilha de Florianópolis e visitaram seus principais pontos históricos e o EcoMuseu. O conceito de “ecomuseu” engloba tanto a natureza na qual está inserido o acervo em exposição, quanto a ecologia humana que a formou, no caso, as pessoas que fizeram parte e até hoje preservam a história local. O Ribeirão da Ilha foi colonizado por 60 famílias (cerca de 240 pessoas), e muitos dos seus descendentes vivem lá até hoje.
O casarão era uma propriedade rural, com engenho de farinha de mandioca, residência, quintal e plantações. Em
exposição estão objetos da época, instalações e utensílios diversos, boa parte deles restaurados e funcionando. O
engenho era movido por força animal ou humana.
O acervo reúne mais de mil peças e procura reproduzir a maneira como os colonizadores açorianos lidavam com a natureza (na pesca e na agricultura) e como introduziram e preservaram no local seus costumes e sua cultura.
O Ecomuseu abriga um engenho de farinha de mandioca construído em 1893. A mó (pedra) do moinho foi trazida pelo primeiro morador do terreno onde está o museu, o açoriano José Lino Vieira, originário da Ilha do Pico, que chegou na leva migratória de 1749. Em seu baú de viagem, que faz parte do acervo em exposição, ele trouxe, também, um oratório e um presépio artesanal. Instalado numa propriedade à beira da Baía Sul, um casarão construído em 1793, o Ecomuseu do Ribeirão da Ilha preserva o modo como viviam os imigrantes açorianos que vieram colonizar a Ilha de Santa Catarina a partir de 1748. No total, seis mil pessoas vindas das ilhas dos Açores chegaram ao litoral catarinense até 1756.
Um mergulho na história!!!

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